Querida Danuza,
Ontem recebi a visita de uma amiga, Rosa Virgínia, e conversamos muito sobre nossas vidas, relembramos histórias antigas e atualizamos as notícias recentes.
Numa certa hora ela passou a me contar sobre sua experiência em uma terapia de grupo, onde uma das participantes afirmava que em determinadas horas de tensão e raiva, despertava dentro dela um Hulk!
Era um ser que aparecia sem que ela chamasse, que a deixava descontrolada, que a fazia dizer coisas sem censura, expressando sua fúria, e que ela precisava dominar, igualzinho ao personagem do seriado da TV.
Concluímos que todos temos dentro de nós um Hulk em estado de latência e claro que imediatamente identificamos várias situações onde nosso próprio Hulk aparecia e ficamos especulando onde e quando, nos últimos tempos, tínhamos despertado sua força e contra quem...
Quando ela saiu já era noite e fiquei pensando sobre o meu Hulk, qual o gatilho que o despertava e como perceber que ele estava aflorando.
Tem pessoas que preferem "engolir sapo" (hem queridinha?) e ir levando uma situação ao extremo até explodir em doenças ou tristezas que levam à depressão. Tem outras que mantém seu Hulk quase solto (hem queridinho?), pronto para intervir com seu jeito nos menores acontecimentos e levam sua vida para uma explosão constante.
Conheço os dois tipos e creio que você também deve conhecer.
Acho que o bom é ficar entre os sapos e o Hulk, ir se equilibrando para levar a vida de maneira a se posicionar com respeito e respeitar os outros. Nem marasmo nem explosão. Simplesmente buscar o equilíbrio, fácil assim (quem dera!).
Esse post é dedicado a minha grande amiga Rosa Virgínia, a quem desejo um Hulk com controle remoto!
domingo, 9 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Amor com pedigree
Querida Danuza,
Tomei uma decisão na minha vida. Agora só quero amor com pedigree! Verdade! Agora quero amor com selo de qualidade, garantia de linhagem pura, registro no Inmetro.
Veja bem, investimos nosso tempo e nossos sentimentos para construir uma relação, estabelecer um vínculo, envolvemos nossos familiares, um esforço enorme, além de vestidos novos, escova no cabelo, manicure, e tudo isso para um amor sem pedigree? Definitivamente não.
Vou definir o que é amor com pedigree. Para mim é um amor onde as pessoas respeitam princípios iguais como lealdade e respeito, tem um nível de educação semelhante e assumem o compromisso de fazer tudo o que for necessário para o relacionamento dar certo, ser bom para as partes, fazer bem às partes.
Bem definida essa parte vamos à segunda.
Pergunta básica, e como encontrar esse amor do qual estou falando?
Resposta, ainda não sei, mas me proponho a descobrir.
Algumas pistas devem ser seguidas e uma delas é a história da pessoa com as relações anteriores.
Pisou na bola com a parceira anterior? Com certeza fará de novo. Não tem pedigree.
Namora com uma e depois com outra e logo com outra? Vai me pular também. Não tem pedigree.
Vou fazer um parênteses nesse ponto. Sempre haverá alguém melhor que aquela pessoa com quem estamos nos relacionando; mais inteligente, mais engraçado, mais rico, mais bonito, mais generoso, mais charmoso, mais cuidadoso, mais protetor, mais, mais ,mais... mas se não paramos para conhecer e valorizar a pessoa com quem estamos entraremos numa busca sem limites, sem fim, sem nunca encontramos, pulando de galho em galho.
Voltando, outra pista é a relação do pessoa com a família e consigo mesmo.
Um homem que tem boa relação com sua família, tem grandes chances de estabelecer uma relação com pedigree e se estiver feliz com sua vida, mais chance ainda.
No mais é sorte, abrir o coração e ligar GPS!
Tomei uma decisão na minha vida. Agora só quero amor com pedigree! Verdade! Agora quero amor com selo de qualidade, garantia de linhagem pura, registro no Inmetro.
Veja bem, investimos nosso tempo e nossos sentimentos para construir uma relação, estabelecer um vínculo, envolvemos nossos familiares, um esforço enorme, além de vestidos novos, escova no cabelo, manicure, e tudo isso para um amor sem pedigree? Definitivamente não.
Vou definir o que é amor com pedigree. Para mim é um amor onde as pessoas respeitam princípios iguais como lealdade e respeito, tem um nível de educação semelhante e assumem o compromisso de fazer tudo o que for necessário para o relacionamento dar certo, ser bom para as partes, fazer bem às partes.
Bem definida essa parte vamos à segunda.
Pergunta básica, e como encontrar esse amor do qual estou falando?
Resposta, ainda não sei, mas me proponho a descobrir.
Algumas pistas devem ser seguidas e uma delas é a história da pessoa com as relações anteriores.
Pisou na bola com a parceira anterior? Com certeza fará de novo. Não tem pedigree.
Namora com uma e depois com outra e logo com outra? Vai me pular também. Não tem pedigree.
Vou fazer um parênteses nesse ponto. Sempre haverá alguém melhor que aquela pessoa com quem estamos nos relacionando; mais inteligente, mais engraçado, mais rico, mais bonito, mais generoso, mais charmoso, mais cuidadoso, mais protetor, mais, mais ,mais... mas se não paramos para conhecer e valorizar a pessoa com quem estamos entraremos numa busca sem limites, sem fim, sem nunca encontramos, pulando de galho em galho.
Voltando, outra pista é a relação do pessoa com a família e consigo mesmo.
Um homem que tem boa relação com sua família, tem grandes chances de estabelecer uma relação com pedigree e se estiver feliz com sua vida, mais chance ainda.
No mais é sorte, abrir o coração e ligar GPS!
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Reflexões sobre as mudanças - II
Querida Danuza,
Estive pensando sobre as oportunidades de mudança que são criadas quando acontecem coisas que alteram o rumo das nossas vidas, sejam elas separações, doenças, casamentos, nascimentos, morte, trabalhos e outras tantas que não nos damos conta.
Cada mudança é uma nova chance que a vida nos dá. Chance para que, você vai me perguntar. Chance para experimentar coisas diferentes, para mudar de paradigmas, o que não significa que sejam melhores, podem até ser piores.
Já conheci pessoas que que se tornaram extremamente religiosas após vencerem uma doença. Tiraram da fé sua força para enfrentar todas as dificuldades do tratamento.
Por outro lado já vi pessoas perderem sua fé depois de passar por dificuldades que não conseguiram vencer ou perdas que não conseguiram superar.
Também acontecem oportunidades para mudanças quando os filhos se casam e a casa fica vazia. O que fazer para preencher esse vazio? Que oportunidade é essa deixa os casais sozinhos depois de toda a euforia de preparar o casamento e arrumar a casa nova dos filhos? Se for encarada como oportunidade pode ser uma chance para o casal se unir mais, fazer programas somente de seu agrado, viajar...se for encarada como abandono, pode separar o casal.
O fato é que quando as mudanças acontecem precisamos enfrentar suas consequências e se conseguirmos enxergar as oportunidades criadas termos mais chances de nos adaptarmos a ela.
Lembro de um filme que já assisti diversas vezes, O sol da Toscana, onde o personagem principal, uma escritora americana, se separa do marido após uma traição e faz uma viagem para a Itália em uma excursão gay e quando o ônibus para em uma pequena cidade da Toscana ela se encanta com o lugar e resolve ficar.
Essa decisão muda completamente sua vida e lhe traz novos projetos, desafios, metas, sonhos...
Não é fácil mudar e nem sempre percebemos que é preciso mudar, mas quando mudamos e dá certo é muito bom.
Estive pensando sobre as oportunidades de mudança que são criadas quando acontecem coisas que alteram o rumo das nossas vidas, sejam elas separações, doenças, casamentos, nascimentos, morte, trabalhos e outras tantas que não nos damos conta.
Cada mudança é uma nova chance que a vida nos dá. Chance para que, você vai me perguntar. Chance para experimentar coisas diferentes, para mudar de paradigmas, o que não significa que sejam melhores, podem até ser piores.
Já conheci pessoas que que se tornaram extremamente religiosas após vencerem uma doença. Tiraram da fé sua força para enfrentar todas as dificuldades do tratamento.
Por outro lado já vi pessoas perderem sua fé depois de passar por dificuldades que não conseguiram vencer ou perdas que não conseguiram superar.
Também acontecem oportunidades para mudanças quando os filhos se casam e a casa fica vazia. O que fazer para preencher esse vazio? Que oportunidade é essa deixa os casais sozinhos depois de toda a euforia de preparar o casamento e arrumar a casa nova dos filhos? Se for encarada como oportunidade pode ser uma chance para o casal se unir mais, fazer programas somente de seu agrado, viajar...se for encarada como abandono, pode separar o casal.
O fato é que quando as mudanças acontecem precisamos enfrentar suas consequências e se conseguirmos enxergar as oportunidades criadas termos mais chances de nos adaptarmos a ela.
Lembro de um filme que já assisti diversas vezes, O sol da Toscana, onde o personagem principal, uma escritora americana, se separa do marido após uma traição e faz uma viagem para a Itália em uma excursão gay e quando o ônibus para em uma pequena cidade da Toscana ela se encanta com o lugar e resolve ficar.
Essa decisão muda completamente sua vida e lhe traz novos projetos, desafios, metas, sonhos...
Não é fácil mudar e nem sempre percebemos que é preciso mudar, mas quando mudamos e dá certo é muito bom.
Assinar:
Postagens (Atom)